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Histórico-Cultural | Natural | Religioso


Uma caminhada pela história da cidade guiada pelo seu património.

 

Autoria: Isabel Henriques*

 

A Figueira convida a passeio e deixa-se descobrir. Para um reconhecimento dos principais centros turísticos da cidade, propomos-lhe um percurso tranquilo ao encontro dos seus principais marcos históricos, adiante assinalados por alguns dos mais emblemáticos edifícios e espaços públicos.

Sugerimos que comece… pelo início, isto é, a partir do lugar em torno do qual se terá formado o primitivo povoado. Prossiga pelo primitivo núcleo urbano da Figueira, acostado à linha da foz do Mondego, acompanhando a história e o pulsar quotidiano de uma cidade em constante crescimento.

Deixe-se guiar pelas direcções que parecem nortear as mais grossas correntes de transeuntes, por entre o comércio tradicional da baixa da cidade. Siga depois para oeste, paralelamente à linha de água, deixando para traz o rio que já desaguou na vastidão do oceano.

Estará agora a passar a linha divisória que o convida a entrar no Bairro Novo. Facilmente identificará aqui uma nova arquitectura marcada pelas expressões ornamentais da Art Nouveau, de fim de século, e pelas influências rectilíneas e verticais da Art Deco (anos 20). Sente-se que uma outra vivência efervesceu, num tempo de mudança.

Novas volumetrias se ergueram, nova organização espacial, cores, texturas e discursos diferentes brotaram dos seus cafés e esplanadas, do comércio e serviços, dos equipamentos hoteleiros, apostados em virar a cidade para o mar, para o recreio e lazer. Nos anos 50, é ainda o turismo a ditar o rumo das grandes construções na marginal oceânica (Grande Hotel e Piscina) e de outros edifícios e moradias residenciais que iniciam a expandir-se para a área do touril.

Daqui convidamo-lo a prosseguir até à ala desafogada do vale das Abadias que, na confluência dos principais equipamentos escolares e desportivos passou a ser, desde a década de 60, área estratégica para a edificação de importantes pólos culturais.

Por fim, quase fechando este percurso, sugerimos-lhe um reencontro com a foz do Mondego. Desta vez retome a caminhada bem junto à linha de água, no sentido Nascente.

Propomos-lhe a continuação de um agradável e bonito passeio até à espaçosa Praça da Europa, contígua ao Porto Comercial da Figueira, uma das portas da cidade aberta para o mundo.

 

Venha daí!

 

* In Figueira da Foz: Rotas do Concelho – Isabel Henriques. Organ. Divisão de Cultura, Museu, Biblioteca e Arquivos da Câmara Municipal da Figueira da Foz, ed. Figueira Grande Turismo, 2005, pp 15-31.

 
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